Como tudo começou…

Início de Ministério

Na minha vida ministerial, eu desejava ser instrumento de Deus para conversão de multidões. Como minha atividade profissional era dedicada à pesquisa e docência, entendia que, com graça e unção, poderia utilizar esses recursos para divulgação do evangelho.

A princípio, parecia que tudo estava caminhando para isso. Começávamos a Comunidade Cristo Salva em Jundiaí que, com pouco mais de um ano, já chegava quase a trezentas pessoas. Com o passar do tempo, porém, percebia que havia muita debilidade espiritual na comunidade. Enquanto ela crescia quantitativamente, perdia muito em termos de qualidade. Questionava ao Senhor: “O que está faltando? Ensinamos a Palavra, exaltamos a Pessoa de Jesus, evangelizamos, damos cursos, montamos células, oramos, jejuamos…”

No meio de uma crise muito forte, quase três anos e meio depois desse início, o Senhor, em curtíssimo prazo, de uma forma surpreendente (como só ele pode fazer), tirou-me da direção daquela comunidade e me levou, com minha família, por dois anos, para os Estados Unidos. Fora da agitação e correria, percebi, rapidamente, que aquele período de ministério tirara-me toda comunhão com a minha família, principalmente com minha esposa. Com a justificativa de buscar os perdidos, estava perdendo os meus queridos.

Senti que o Espírito Santo não estava interessado em números, em doutrinas, em métodos, programações (como homem de negócios que sou, escritor, professor, pesquisador, consultor…, poderia implantar estruturas viáveis e bem-sucedidas na igreja), mas em relacionamentos.

Voltei ao Brasil com o propósito de implantar a visão de “estar apaixonado por Jesus e amar os irmãos extravagantemente”. Minha missão era a de buscar, junto com pessoas que Deus colocaria no meu caminho, este alvo. Mais para frente fui entender que este propósito de Deus está claramente definido em Efésios 1.15 e Colossenses 1.4, entre outras citações na Bíblia.

Conhecendo Melhor o Propósito de Deus

Percebi que este tipo de mensagem (amor na vertical e na horizontal) não dá muito “ibope”. As pessoas, de maneira geral, gostam mesmo de palavra da fé, prosperidade, doutrinas, triunfalismo e, em diversas situações, muito barulho. Não bastasse a ênfase nessa mensagem, nessa visão pouco catalisadora, percebi que o Senhor colocava peso no meu coração por pessoas “machucadas, isoladas, com corações insatisfeitos, desapontadas, doentes espiritualmente”.

Uma vez eu li que a “igreja é o único exército no mundo que larga para trás seus soldados machucados, feridos, lançando-os à sua própria sorte”. Entendi que não se tratava apenas de desviados, desertores, mas de gente de dentro da igreja, freqüentadores de reuniões semanais, irmãos preciosos que se sentiam descartados, ignorados e sem forças para reagir diante desse quadro.

Quando Paulo escreve aos Colossenses (1.24) sobre sentir as aflições de Cristo pelo corpo de Cristo, parece que há mais ênfase na edificação da igreja do que na geração da igreja. No capítulo 2 daquele livro, Paulo escreve dizendo que tem lutas, sofrimentos pelo corpo. Por quê? Para que o coração dos irmãos fosse confortado, consolado (entendo isso como receber cuidado carinhoso, amoroso, ser nutrido, restaurado) para estarem unidos em amor. Só a partir daí a Palavra iria fluir e compreender-se-ia plenamente o mistério de Deus que é Cristo (Cl 2.1-3).

Fica claro que a Palavra, a inteligência espiritual, o conhecimento pleno de Deus e da sua vontade só podem ser desenvolvidos num ambiente onde os corações são acariciados, onde os irmãos estão unidos no amor. Como pode acontecer tudo isso se não houver relacionamento?

Antes de me converter, fui de freqüentar bares. Ficava impressionado ao ver o alcoólatra, os bêbados, pessoas desprezíveis serem respeitados, tratados carinhosamente, às vezes com distinção, outras vezes abraçados pelos freqüentadores em geral. Se alguém estava isolado, num canto, rapidamente era reintegrado naquela sociedade de freqüentadores, quase sempre com palavras doces, carinhosas. Por isso, não fiquei escandalizado quando li no livro Esgotamento Espiritual (de Malcom Smith) que “há mais amor num bar que na igreja”.

Lançar Rede Versus Consertar Rede

Uma vez li que o ministério de João foi de remendar redes. Quando Jesus chamou João para segui-lo, ele estava consertando redes (Mt 4.21). João foi o apóstolo do amor. Ele teve um relacionamento profundo com Jesus e depois, alimentado pelo amor de Cristo, pôde falar sobre vida e amor como ninguém. Ninguém enfatizou tanto o relacionamento como João.

A princípio, eu queria ter um ministério como o de Pedro: lançar redes, pescar almas, ser instrumento para a conversão de muitos, falar às multidões. Em Lucas 5.1-10, Jesus manda Pedro lançar a rede e colheu-se uma grande quantidade de peixe. O instrumento de pescar muitos peixes (almas, vidas) é a rede, é a igreja. Todavia, essa pesca tem que ser orientada por Jesus. Ele orientou a pesca em João 21.1-11 e a rede se encheu. Em outras palavras, Jesus enviou os peixes para o lugar onde a rede foi lançada. Ninguém vem a mim se o Pai que me enviou não o trouxer (Jo 6.44).

Parece-me que nos esquecemos do ministério de consertar rede, a rede espiritual, na qual encontramos muitos buracos, furos. A rede precisa estar entrelaçada, com nós firmes, senão ela se rompe. Sem uma igreja sadia, amorosa, perdoadora, não será feita uma grande pescaria nos moldes de Jesus. Não adianta uma grande multidão de peixes enviada para uma rede rompida.

Por outro lado, pescadores que não pegam nada gostam de ficar lavando a rede (Lc 5.2). Lavar rede é cuidar da aparência, quem sabe cuidar demasiadamente do templo, dos programas, de si mesmo, dos cultos, dos rituais.

Rede é um entrelaçamento de fios, cordas, cordéis, com aberturas regulares, formando uma espécie de tecido. Embora rede tenha inúmeros outros significados, sempre dá a idéia de entrelaçamento, isto é, uma coisa ligada na outra, presa na outra, unidade.

Igreja é um corpo bem ajustado, sendo que todas as partes ficam ligadas entre si por meio da união de todas elas. Assim, cada parte funciona bem, e o corpo todo cresce e se desenvolve por meio do amor (Ef 4.16). Essa é a realidade da igreja? Não. Então, é preciso haver conserto, relacionamento, cobertura mútua, cuidado mútuo. Precisamos urgente do ministério de João.

O que temos vivido…

Começamos, de fato, a desconfiar do nosso chamado de consertar redes na nossa congregação local quando Deus nos enviou um ex-presidiário, convertido, paraplégico, em cadeira de rodas, sobrevivente do massacre do Carandiru, em que 111 morreram. Não só nós, do ministério, mas toda a congregação acolheu esse irmão que, algum tempo depois, foi ungido pastor. Hoje ele preside uma casa de recuperação na qual centenas de pessoas foram recuperadas e salvas. Porém, a comunhão tanto do ministério como da congregação, continua intensa com esse irmão. Ele se sente coberto pelo amor e relacionamento com os irmãos.

Muitas pessoas são enviadas pelo Senhor à nossa congregação para serem abençoadas nestes relacionamentos. Uma outra família de presidiário foi enviada. Diversos casos de pessoas esgotadas espiritualmente. Nossa meta de amar extravagantemente uns aos outros propiciava que muitas vidas caídas, problemáticas, enfermas, viessem para o nosso meio, a fim de que o amor de Deus que cobre pecados fosse aplicado. Num certo momento, parecíamos mais pronto-socorro que maternidade.

Uma vez o Senhor nos deu uma Palavra muito forte sobre Mateus 12.16-21, em que Jesus disse que nunca jogaria fora aqueles quebrados, esmagados (cana quebrada), os queimados, esgotados (pavio que fumega, pavios malcheirosos decorrentes de lamparinas cujo óleo chega ao fim e o pavio é jogado no lixo). O ministério de Jesus não seria como o dos fariseus (e de diversas igrejas hoje) que descartavam os que falhavam na vida.

Restaurar as canas esmagadas, pessoas esgotadas não significa apenas recebê-las de volta na igreja, dar-lhes um cargo, incluí-las numa atividade, mas oferecer-lhes relacionamento, consolar-lhes o coração, integrá-las em amor.

Conclusão

Hoje, não saberia viver sem o relacionamento dos irmãos. Sem isso morreria. Entendo que o relacionamento e a comunhão são mais importantes que visão. A oração no capítulo 17 de João mostra o íntimo do coração de Jesus. Por quatro vezes Jesus pede ao Pai para que sejamos um, tenhamos unidade. Mas qual é o padrão dessa unidade? Da mesma forma que Jesus e o Pai são um. Nada menos que isso. Termino perguntando: qual é o relacionamento entre o Pai e o Filho? Esse é o modelo de relacionamento desejado no coração de Deus para existir entre os seus filhos.

Tudo isso é muito diferente do modelo de igreja que vivemos hoje. As pessoas não estão felizes pelo fato de existir um bom louvor e uma boa palavra nos cultos de final de semana. As pessoas querem e precisam ser integradas umas com as outras. Ter um ambiente de confiança onde elas podem se abrir, chorar, rir. As pessoas querem ser “redes”, cordões ligados entre si, entrelaçados, dependentes, participantes. Querem ter laços fixos, bem apertados, comprometidos. Não pode haver buracos, furos, nós escorregadios, frouxos. Que Deus nos abençoe nesta visão de consertar rede!

Direção de Deus para Hoje…

No dia 09/08/09, ocasião do meu 60º aniversário, anunciei para a igreja o início do processo de sucessão sob a liderança do Arnaldo e Marília Marion.

Nesta ocasião ambos foram abençoados para esta finalidade.

Entendi que esta data seria oportuna pelo fato de estar iniciando o que eu chamo de quarto ciclo (o quarto período de 20 anos) da minha vida:

- Os primeiros vinte anos vivi na região de Jundiaí, sendo que fui para SP, minha cidade natal, ao completar 20 anos para trabalhar, estudar, amadurecer;

- Dos 20 aos 40 anos morei em SP, onde conheci Jesus Cristo (minha conversão), minha esposa (meu casamento) e tivemos 4 filhos. No final deste período comecei o meu ministério  implantando a Igreja Cristo Salva em Jundiaí (fiquei 3,5 anos à frente desta comunidade).

- Nos 40 anos de idade o Senhor nos levou aos EUA onde passamos dois anos. Assim, transferimos a Igreja Cristo Salva ao Pr. Narciso José de Souza, que está no seu comando até hoje em Itupeva. Iniciamos, portanto, o terceiro ciclo. Com a nossa volta para Jundiaí em 1992, iniciamos o CCC no dia 31/10/1993 junto com o irmão Harold Walker.

Neste quarto ciclo, que se inicia agora, creio que o Senhor tem algo diferente para nós (eu e minha esposa). Não temos ainda definições de cima, mas sabemos que o Senhor vai nos surpreender. Continuaremos aguardando no CCC, junto com os demais pastores (Galdino, Paulo, Laurindo e Edison) como conselheiros, saindo do ministério de governo. Aproveitaremos para dar uma melhor cobertura às congregações ligadas conosco.

Como disse Fernando Pessoa sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final, terminando um capítulo, ou virando a página, seguindo adiante. É necessário abrir espaço para que outros tomem o nosso lugar. Encerrar ciclos, não por causa do orgulho, incapacidade ou por soberba, mas simplesmente porque aquilo não se encaixa mais na nossa vida.

Como nos ensina a Palavra de Deus (Eclesiastes 3:1), tudo neste mundo tem seu tempo, cada coisa tem sua ocasião. Entendemos que o nosso tempo de estar à frente (como pastor sênior), no ministério de governo, nas estratégias do CCC chegou ao fim.   É maravilhoso saber que Deus preparou pessoas animadas, fervorosas, ungidas e com energia para nos substituir.

Ainda, há algum tempo, temos apregoado que uma nova geração, sem “manchas” de divisão (geração de Salomão), iria assumir com muito poder e ousadia em lugar da minha geração (geração de Davi) que participou de diversos conflitos. Para a glória de Deus este tempo chegou.

No amor de Cristo,

Pr. José Carlos Marion

_______________________________________________________________________________________ Nova Fase Ministerial

UMA CIRURGIA DELICADA

“O que Deus uniu não separe o homem”

Há 7 anos atrás iniciamos uma jornada em que nunca mais seríamos os mesmos.

Havia um projeto, um propósito no coração de Deus que não se frustraria, projeto este que nenhum seria responsável e toda glória seria do nosso Deus.

Fazem sete anos que o Senhor iniciou uma cirurgia no seu corpo na cidade de Jundiaí. Uma cirurgia de restauração de ligamentos que haviam sido desligados e os aperfeiçoando e os fortalecendo ainda mais.

Não foi uma cirurgia fácil, feridas inflamadas tiveram que ser abertas, houve perda de sangue, sensações de dor e angústia. O operado por vezes duvidou que a cirurgia teria de fato êxito e chegou e na sua instrospecção abstrata, era tomado de pensamento de medo e de insegurança de que sairia ainda mais mutilado do que no principio.

A cirurgia está em progresso, mas agora com sinais claros de vida nova, retirando-se tecidos mortos que contaminavam o corpo, iniciou de uma regeneração de partes profundamente adoecidas. A cor pálida amarelada do corpo começa a avermelhar novamente e uma esperança de vigor e plenitude de vida é único pensamento que hoje nos encoraja.

Esta breve analogia, talvez expresse o que foram estes sete anos é que tivemos que confrontar os nossos fantasmas do passado, bem como expor nossas sequelas, nossas fragilidades uns para os outros.

Deus foi esvaziando nossas forças e secando ministérios. Foi nossa fraqueza que nos moveu e de nossas fraquezas estamos tirando força.

O ano 2010 foi muito precioso em nossa trajetória. Sobre tudo nos comprometemos com a transparência e revelar segredos do coração e áreas sensíveis outrora ocultos. Passamos a ganhar confiança em expressar o que realmente tínhamos dentro de nós e sem o medo de sermos rejeitados e de causar danos irreparáveis, porque alguém se ofendeu com alguma palavra mais áspera.

Falamos e escutamos, concordamos e discordamos, rimos e choramos, reeprendemos e consolamos. Nisto consistiu um crescimento sólido e amadurecido pelo Espírito de Deus. A impressão de que não poderíamos viver mais um sem o outro, passou a se tornar necessidade e agora realidade.

Como um jovem casal pressionado pelas vésperas do casamento nós cogitamos tudo inclusive voltar atrás, dar um tempo ao noivado, repensar, reorganizar e melhorar nossas vidas antes de juntar as coisas. No âmago de uma nova crise de relacionamento, o amor voltou a falar mais alto, a confirmação de propósito maior do que todos nós, algo santo, algo tremendamente poderoso e que está chegando nesta cidade.

No final de 2010, recebemos uma noticia que culminaria em uma decisão definitiva sobre a nossa Unidade.

O prédio atualmente usado pelos irmãos da CCM foi colocado à venda. O Espírito logo testificou no coração de alguns a respeito do tempo naquele lugar, trazendo novas direções e rumos para os trabalhos que ali eram conduzidos.

Este fato desencadou um novo processo que transcendia somente a necessidade de um novo prédio. Sentíamos necessidade de um trabalho mais intensivo com as nossas comunidades. O namoro de 7 anos havia nos levado a abdicar de cuidados individuais, que agora mostravam sinais de limite e desgaste.

Em encontros dos presbíteros das 4 essa realidade foi aberta e algumas possibilidade cogitadas. Duas delas permaneceram mais evidentes:

1. A CCM usar o prédio da Eugenio Lacerda aos sábados à noite, mantendo uma agenda parcialmente integrada com as outras congregações.

2. A CCM, a convite do CCC, iniciaria o processo de integração absoluta, a começar das reuniões gerais e por consequência de ministérios atuais nas reuniões gerais.

Esta segunda possibilidade trazia em si outras duas possibilidades:

2.1 – Integrar definitivamente as 4 comunidades no mesmo ato, ao mesmo tempo.

2.2 – Integração gradativa inciando pela CCM e posteriormente as outras congregações.

Independentemente de qualquer alternativa, em 2011 estava previsto o início de uma integração do corpo de obreiros das 4 comunidades. Esta proposta, portanto, permanece em qualquer um dos cenários.

Cada uma das alternativas apresentadas representa um plano de ação diferenciado. Uma unidade física das 4 comunidades resultaria, por exemplo, em uma mudança de prédio que comportasse um número em torno de 500 pessoas.

Há passos ainda fundamentais para serem dados, mas em nossos corações sabemos que encerramos no Senhor um capítulo desta história e estamos abrindo um novo, desconhecido e emocionante capítulo que só Deus conhece o desfecho.

Até aqui nos ajudou o Senhor, estamos confiantes, cheios de expectativa, sabendo isso: O melhor de Deus ainda está por vir!

8 Respostas to “Nossa História”

  1. erivelton melo Says:

    gostei de suas reflexoes a respeito do relacionamento, estou orando pelo seu ministério.
    Paz do senhor

  2. Célia Regina Says:

    Acredito realmente nesta visão, de restaurar pessoas machucadas, feridas,levantar soldados feridos. Sou grata a Deus por este ministério.Que Deus os abençõe por este ministério. Eu reconheço o chamado destes queridos.
    Graça e paz

  3. ANA PAULA ARANTES DA SILVA Says:

    QUE VISÃO MARAVILHOSA, ME FAZ MEDITAR NAS MINHAS MOTIVAÇÕES QUANTO Á OBRA DE DEUS. BUSCO EM DEUS O MEU VERDADEIRO PAPEL NO REINO, SUA VISÃO ME PERMITE VER COM CLAREZA AGORA QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO VOCE E SUA FAMILIA

  4. maria carolina lopes pereira Says:

    TODA ESSA ESTRUTURA,EU TENHO GUARDADA EM MEU CORAÇÃO,PASSEI TODA MINHA INFANCIA E BOA PARTE DA MINHA ADOLESCENCIA NESSA COMUNIDADE DEBAIXO DESSA UNÇÃO,E ISSO FOI E É A CADA DIA MUITO IMPORTANDE PRA MIM,TALVEZ SE EU NÃO TIVESSE ESSA ESTRUTURA ESPIRITUAL QUE APRENDI COM O PASTOR MARION E SUA FAMILIA NÃO TERIA CONSSEGUIDO PASSAR POR VARIA LUTAS E RETALHAÇÕES QUE SOFRI,GUARDO ESSE FUNDAMENTO NO MEU CORAÇÃO E DEUS CONTINUE ABENÇOANDO E CAPACITANDO A CADA DIA TODA LIDERANÇA DESSA COMUNIDADE.

  5. roberto e miriam Says:

    A PAZ DO SENHOR A TODOS DO C.C.C DA R; DO RETIRO .
    EU E MINHA ESPOSA FAZEMOS PARTE AQUI DO C.C.C MORADA DAS VINHAS ,ESTAVA AFASTADO DA IGREJA QUADO PASSEI PELA IGREJA PEQUENA NO TAMANHO MAS GIGANTE NO PODER DE DEUS, E NUNCA MAIS SAI DELA HJ MINHA ESPOSA É BATIZADA NESTA IGREJA PRA HONRRA E GLORIA DO SENHOR.MEU CASAMENTO QUE ESTAVA DESTRUIDO HJ ESTA RESTAURADO,ERA VICIADO HJ SOU LIBERTO DA COCAINA CIGARRO E ALCOLISMO PRA GLORIA DE DEUS.EMBORA TENHA CAIDO ALGUMAS VEZES A MINHA PATORA NUNCA DESISTIU DE MIM PQ DEUS FAZIA O MSM.E´POR ISSO QUE AMO A DEUS ,AMO A VIDA DA MINHA PASTORA SONIA E AMO ESSE MINISTERIO C.C.C.QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO PODEROSAMENTE ESSE MINISTERIO AME!!!!

  6. André Agra de Souza Says:

    Eu e minha esposa Fabiana, completamos 10 anos de casados em 2011, casamos em: 08.09.2001 no Centro Comunitário Cristão. Estamos juntos há
    14 anos, entre namoro e noivado (4 anos); estamos no CCC, desde este tempo. Nos sentimos muito felizes e honrados, por fazermos parte deste corpo de Cristo, muito mais agora, com a Unidade da Igreja – nova fase
    ministerial. Estou me relacionando com alguns irmãos e vice-versa, caminhando juntos no aprendizado da Palavra de Deus, orando juntos e procurando ser cada vez mais obediente ao Senhor Jesus! Minha vida espiritual e da minha familia, melhorou muito. Quando andamos em unidade e vivemos a Palavra de Deus com outros irmãos (ãs); Deus se alegra e se derrama entre nós…é fantástico! As reuniões em casas (grupo caseiro) e no salão da Igreja, tem sido uma melhor que a outra! Deus têm nos surpreendido a cada reunião…Deus é Fiel, Deus é tremendo, Deus não muda! Quem tem que mudar, somos cada um de nós. Ore e viva a Unidade! Comece por você a mudança! Ore pelos nossos Pastores e lideres! Agradeça a Unidade! Que este humilde resumo, possa edificar sua vida,
    no Amor de Cristo,
    André, Fabiana, Paulo André e Geovanna.

  7. Hannah Says:

    Centro Comunitário Cristão :) :) :) a melhor igreja do mundo .. – De : Hannah Helise ( filha de Luís )

  8. Mauro Lopes Cancela Says:

    Espero que todos estejam bem…
    Pertenci ao Centro comunitário Cristão exatamente em 1994, lá pude encontrar uma família que me fez sentir completo, logo em uma hora que estava muito triste e sem forças, foi quando me adotaram como parte da igreja. Agradeço a todos meus amigos que na época eu considerava como irmão: Arnaldo, Lucas, André, Daniela, Melissa, Ana Paula,Francis, Regiane, Osler, Rafael, Samir, Pr Isaac,Pr Moisés, Pr José Carlos Marion, Pra Márcia, Pr Marcondes,Pr Galdino e outros que nunca me saíram das lembraças… Que Deus sempre esteja segurando em suas mãos nessa longa caminhada.
    Um abraço em toda a Igreja.
    Mauro Lopes Cancela.

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